<BODY><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/plusone.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID\x3d35921743\x26blogName\x3duma+penelope+nada+charmosa\x26publishMode\x3dPUBLISH_MODE_BLOGSPOT\x26navbarType\x3dBLUE\x26layoutType\x3dCLASSIC\x26searchRoot\x3dhttp://omundopenelopecharmosa.blogspot.com/search\x26blogLocale\x3dpt_BR\x26v\x3d2\x26homepageUrl\x3dhttp://omundopenelopecharmosa.blogspot.com/\x26vt\x3d-6084520345851817548', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script><!-- --><div id="b-navbar"><a href="http://www.blogger.com/" id="b-logo" title="Go to Blogger.com"><img src="http://www.blogger.com/img/navbar/1/logobar.gif" alt="Blogger" width="80" height="24" /></a><form id="b-search" action="http://www.google.com/search"><div id="b-more"><a href="http://www.blogger.com/" id="b-getorpost"><img src="http://www.blogger.com/img/navbar/1/btn_getblog.gif" alt="Get your own blog" width="112" height="15" /></a><a href="http://www.blogger.com/redirect/next_blog.pyra?navBar=true" id="b-next"><img src="http://www.blogger.com/img/navbar/1/btn_nextblog.gif" alt="Next blog" width="72" height="15" /></a></div><div id="b-this"><input type="text" id="b-query" name="q" /><input type="hidden" name="ie" value="UTF-8" /><input type="hidden" name="sitesearch" value="omundopenelopecharmosa.blogspot.com" /><input type="image" src="http://www.blogger.com/img/navbar/1/btn_search.gif" alt="Search" value="Search" id="b-searchbtn" title="Search this blog with Google" /><a href="javascript:BlogThis();" id="b-blogthis">BlogThis!</a></div></form></div><script type="text/javascript"><!-- function BlogThis() {Q='';x=document;y=window;if(x.selection) {Q=x.selection.createRange().text;} else if (y.getSelection) { Q=y.getSelection();} else if (x.getSelection) { Q=x.getSelection();}popw = y.open('http://www.blogger.com/blog_this.pyra?t=' + escape(Q) + '&u=' + escape(location.href) + '&n=' + escape(document.title),'bloggerForm','scrollbars=no,width=475,height=300,top=175,left=75,status=yes,resizable=yes');void(0);} --></script><div id="space-for-ie"></div>
quarta-feira, novembro 28, 2007



Fico aqui olhando e me perdendo na imensidão das palavras...no tanto de coisas que fiz...e no outro tanto que preciso fazer.
Fico aqui imaginando o que acontece no outro lado do mundo...do que não foi dito...nem muito menos explicado.
Fico aqui nas minhas velhas recordações....me lembrando dos sorrisos cabisbaixos, nos pedidos nunca aceitos.
Fico aqui relendo textos sem meio e fins.
Fico aqui...eu e minha saudade...olhando a janela que tras o vento frio, deixando a vida passar.



segunda-feira, novembro 26, 2007




depois de alguns dias sem pc...tudo certinho por aqui



terça-feira, novembro 20, 2007

ABC do Nordeste Flagelado

Patativa do Assaré


A — Ai, como é duro viver
nos Estados do Nordeste
quando o nosso Pai Celeste
não manda a nuvem chover.
É bem triste a gente ver
findar o mês de janeiro
depois findar fevereiro
e março também passar,
sem o inverno começar
no Nordeste brasileiro.


B — Berra o gado impaciente
reclamando o verde pasto,
desfigurado e arrasto,
com o olhar de penitente;
o fazendeiro, descrente,
um jeito não pode dar,
o sol ardente a queimar
e o vento forte soprando,
a gente fica pensando
que o mundo vai se acabar.


C — Caminhando pelo espaço,
como os trapos de um lençol,
pras bandas do pôr do sol,
as nuvens vão em fracasso:
aqui e ali um pedaço
vagando... sempre vagando,
quem estiver reparando
faz logo a comparação
de umas pastas de algodão
que o vento vai carregando.


D — De manhã, bem de manhã,
vem da montanha um agouro
de gargalhada e de choro
da feia e triste cauã:
um bando de ribançã
pelo espaço a se perder,
pra de fome não morrer,
vai atrás de outro lugar,
e ali só há de voltar,
um dia, quando chover.


E — Em tudo se vê mudança
quem repara vê até
que o camaleão que é
verde da cor da esperança,
com o flagelo que avança,
muda logo de feição.
O verde camaleão
perde a sua cor bonita
fica de forma esquisita
que causa admiração.


F — Foge o prazer da floresta
o bonito sabiá,
quando flagelo não há
cantando se manifesta.
Durante o inverno faz festa
gorjeando por esporte,
mas não chovendo é sem sorte,
fica sem graça e calado
o cantor mais afamado
dos passarinhos do norte.


G — Geme de dor, se aquebranta
e dali desaparece,
o sabiá só parece
que com a seca se encanta.
Se outro pássaro canta,
o coitado não responde;
ele vai não sei pra onde,
pois quando o inverno não vem
com o desgosto que tem
o pobrezinho se esconde.


H — Horroroso, feio e mau
de lá de dentro das grotas,
manda suas feias notas
o tristonho bacurau.
Canta o João corta-pau
o seu poema funério,
é muito triste o mistério
de uma seca no sertão;
a gente tem impressão
que o mundo é um cemitério.


I — Ilusão, prazer, amor,
a gente sente fugir,
tudo parece carpir
tristeza, saudade e dor.
Nas horas de mais calor,
se escuta pra todo lado
o toque desafinado
da gaita da seriema
acompanhando o cinema
no Nordeste flagelado.


J — Já falei sobre a desgraça
dos animais do Nordeste;
com a seca vem a peste
e a vida fica sem graça.
Quanto mais dia se passa
mais a dor se multiplica;
a mata que já foi rica,
de tristeza geme e chora.
Preciso dizer agora
o povo como é que fica.


L — Lamento desconsolado
o coitado camponês
porque tanto esforço fez,
mas não lucrou seu roçado.
Num banco velho, sentado,
olhando o filho inocente
e a mulher bem paciente,
cozinha lá no fogão
o derradeiro feijão
que ele guardou pra semente.


M — Minha boa companheira,
diz ele, vamos embora,
e depressa, sem demora
vende a sua cartucheira.
Vende a faca, a roçadeira,
machado, foice e facão;
vende a pobre habitação,
galinha, cabra e suíno
e viajam sem destino
em cima de um caminhão.


N — Naquele duro transporte
sai aquela pobre gente,
agüentando paciente
o rigor da triste sorte.
Levando a saudade forte
de seu povo e seu lugar,
sem um nem outro falar,
vão pensando em sua vida,
deixando a terra querida,
para nunca mais voltar.


O — Outro tem opinião
de deixar mãe, deixar pai,
porém para o Sul não vai,
procura outra direção.
Vai bater no Maranhão
onde nunca falta inverno;
outro com grande consterno
deixa o casebre e a mobília
e leva a sua família
pra construção do governo.


P - Porém lá na construção,
o seu viver é grosseiro
trabalhando o dia inteiro
de picareta na mão.
Pra sua manutenção
chegando dia marcado
em vez do seu ordenado
dentro da repartição,
recebe triste ração,
farinha e feijão furado.


Q — Quem quer ver o sofrimento,
quando há seca no sertão,
procura uma construção
e entra no fornecimento.
Pois, dentro dele o alimento
que o pobre tem a comer,
a barriga pode encher,
porém falta a substância,
e com esta circunstância,
começa o povo a morrer.


R — Raquítica, pálida e doente
fica a pobre criatura
e a boca da sepultura
vai engolindo o inocente.
Meu Jesus! Meu Pai Clemente,
que da humanidade é dono,
desça de seu alto trono,
da sua corte celeste
e venha ver seu Nordeste
como ele está no abandono.


S — Sofre o casado e o solteiro
sofre o velho, sofre o moço,
não tem janta, nem almoço,
não tem roupa nem dinheiro.
Também sofre o fazendeiro
que de rico perde o nome,
o desgosto lhe consome,
vendo o urubu esfomeado,
puxando a pele do gado
que morreu de sede e fome.


T — Tudo sofre e não resiste
este fardo tão pesado,
no Nordeste flagelado
em tudo a tristeza existe.
Mas a tristeza mais triste
que faz tudo entristecer,
é a mãe chorosa, a gemer,
lágrimas dos olhos correndo,
vendo seu filho dizendo:
mamãe, eu quero morrer!


U — Um é ver, outro é contar
quem for reparar de perto
aquele mundo deserto,
dá vontade de chorar.
Ali só fica a teimar
o juazeiro copado,
o resto é tudo pelado
da chapada ao tabuleiro
onde o famoso vaqueiro
cantava tangendo o gado.


V — Vivendo em grande maltrato,
a abelha zumbindo voa,
sem direção, sempre à toa,
por causa do desacato.
À procura de um regato,
de um jardim ou de um pomar
sem um momento parar,
vagando constantemente,
sem encontrar, a inocente,
uma flor para pousar.


X — Xexéu, pássaro que mora
na grande árvore copada,
vendo a floresta arrasada,
bate as asas, vai embora.
Somente o saguim demora,
pulando a fazer careta;
na mata tingida e preta,
tudo é aflição e pranto;
só por milagre de um santo,
se encontra uma borboleta.


Z — Zangado contra o sertão
dardeja o sol inclemente,
cada dia mais ardente
tostando a face do chão.
E, mostrando compaixão
lá do infinito estrelado,
pura, limpa, sem pecado
de noite a lua derrama
um banho de luz no drama
do Nordeste flagelado.


Posso dizer que cantei
aquilo que observei;
tenho certeza que dei
aprovada relação.
Tudo é tristeza e amargura,
indigência e desventura.
— Veja, leitor, quanto é dura
a seca no meu sertão.




eu não sou metida não....mas na minha terra só tem coisa boa



segunda-feira, novembro 19, 2007



Tá tudo tão lindo pelas ruas.



domingo, novembro 18, 2007



Dias alucinados, nem percebi que estamos em meio a semana de feriados....
E minha vida continua aqui...



sexta-feira, novembro 16, 2007

assistindo a um filme hoje, vi a capa de um livro do Neruda que o ator estava lendo, gravei o título e usei o nosso amigo de todas as horas Google ... qual foi minha surpresa, são poemas lindos, com palavras doces e cheias de amor, este é um deles


Me gustas cuando callas porque estás como ausente,
y me oyes desde lejos, y mi voz no te toca.
Parece que los ,ojos se te hubieran volado
y parece que un beso te cerrara la boca.

Como todas las cosas están llenas de mi alma,
emerges de las cosas llena del alma mía.
Mariposa de sueño, te pareces a mi alma,
y te pareces a la palabra melancolía.

Me gustas cuando callas y estás como distante.
Y estás como quejándote, mariposa en arrullo.
Y me oyes desde lejos, y mi voz no te alcanza.
Déjame que me calle con el silencio tuyo.

Déjame que te hable también con tu silencio
claro como una lámpara, simple como un anillo.
Eres como la noche, callada y constelada.
Tu silencio es de estrella, tan lejano y sencillo.


Me gustas cuando callas porque estás como ausente.
Distante y dolorosa como si hubieras muerto.
Una palabra entonces, una sonrisa bastan.
Y estoy alegre, alegre de que no sea cierto.


Tradução :Domingos Carvalho da Silva

Gosto quando te calas porque estás como ausente
e me escutas de longe; minha voz não te toca.
É como se tivessem esses teus olhos voado,
como se houvesse um beijo lacrado a tua boca.

Como as coisas estão repletas de minha alma,
repleta de minha alma, das coisas te irradias.
Borboleta de sonho, és igual à minha alma,
e te assemelhas à palavra melancolia.

Gosto quando te calas e estás como distante.
Como se te queixasses, borboleta em arrulho.
E me escutas de longe. Minha voz não te alcança.
Deixa-me que me cale com teu silêncio puro.

Deixa-me que te fale também com. teu silêncio
claro qual uma lâmpada, simples como um anel.
Tu és igual a noite, calada e constelada.
Teu silêncio é de estrela, tão remoto e singelo.

Gosto quando te calas porque estás como ausente.
Distante e triste como se tivesses morrido.
Uma palavra então e um s6 sorriso bastam.
E estou alegre, alegre por não ter sido isso.

Pablo Neruda in 20 Poemas de Amor e uma canção desesperada
José Olímpio Editora- RJ -1974



quarta-feira, novembro 14, 2007




terça-feira, novembro 13, 2007





''Liberdade!''

(Silvia Schmidt)

Liberdade é :
... sentir, assumir o que se sente e falar sem temor de reprovações;

... é sair quando der vontade, sem domínio da vontade alheia,
é rodar sem rumo definido;

... é encontrar pessoas, abraçar aquelas das quais realmente gostamos e
evitar as que nada nos somam, respeitando seu direito de ser como são;

... é pegar o telefone, bater longos papos ou dizer simplesmente:
" desculpe, agora não posso atender " ;

... é ligar rádios ou televisores e escolher o que queremos ouvir e assistir;

... é andar sem vestes pela casa com a mesma pureza da criança,
sem conferir no espelho se tudo está "em forma" ,
e usar as roupas que queremos sem
preocupação com o que está na moda;

... é dizer "eu sou o que posso ser " sem temer a rejeição;

... é ter em casa os bichos que gostamos,
sejam eles pássaros ou cobras e lagartos;

... é ver a beleza em tudo que existe, ignorando aqueles
que vivem de mal com o mundo;

... é gostar de músicas, dançar sem timidez, ir no ritmo da Vida
com serenidade, confiança e sem pressa;

... é aprender com os livros, absorver sabedoria e conhecimento,
sentindo a Nossa Verdade, sem deixar que autores
tomem posse de nossa cabeça;

... é perceber com nossa intuição que chegou o Amor da nossa vida
e dizer sem medo: "eu te amo "

... e entre as mais infinitas definições é saber que somos livres
para usar a Liberdade!

Não tem coisa melhor nessa vida que viver livre de privações, de olhares de reprova, de sensuras, hoje minha liberdade não tem preço



segunda-feira, novembro 12, 2007



Um domingo bom.....com a minha familia, almoço simples e um tanto de papo bacana.
Uma segunda com direito a 12 hrs de fazer nada e fazer tudo...Chove agora, a chuvinha fina lá fora dá mais vontade de musiquinha água com açucar, de mandar buscar almoço na cantina aqui de perto, de pegar um filme, de passar no mercado e trazer besteiras pra ficar a tarde toda à toa.

Um beijo boa segunda
Até.



domingo, novembro 11, 2007



Todos os dias eu guardo algumas certezas.

Que palmas no portão ainda vão acontecer
Que sorrisos vão se cruzar
Que aqueles abraços ditos, serão mesmo apertados e cheios de saudade.

Hoje mais que ontem eu tenho a certeza que eu não quero substituir sentimentos, nem as pessoas que eu quero continuar amando.

Sinto muito, mas eu sou a mesma menina que olha pro céu e acompanha os aviões guardando a certeza que você ainda vem.



sábado, novembro 10, 2007


Tá Perdoado
Maria Rita
Composição: Arlindo Cruz / Franco

Perfumei o corredor

Defumei o elevador

Pra tirar de vez o mal olhado

A saudade me esquentou

Consertei o ventilador

Pro teu corpo não ficar suado.

Nessa onda de calor

Eu até peguei uma cor

To com o corpo todo bronzeado.(refrão)

Seja do jeito que for

Eu te juro meu amor

Se quiser voltar, tá perdoado!

Fui a pé a salvador

De joelho ao redentor

Pra ver nosso amor abençoado

Nosso lar se enfeitou

A esperança germinou

Ah, tem muita flor pra todo lado

Pra curar a minha dor

Procurei um bom doutor

Me mandou beijar teu beijo mais molhado(refrão 1x)

E se voltar te dou café

Preliminar com um cafuné

Pra deixar teu dia mais gostoso

Pode almoçar o que quiser

E repetir, te dou colher

Faz daquele jeito carinhoso

Deixa pintar o entardecer

E o sol brincar de se esconder

Tarde e chuva eu fico mais fogosa

E vai ficando pro jantar

Tu vai ver só, pode esperar

Que a noite será maravilhosa

Fui a pé a salvador

De joelho ao redentor

Pra ver nosso amor abençoado

Nosso lar se enfeitou

A esperança germinou

Ah, tem muita flor pra todo lado

Pra curar a minha dor

Procurei um bom doutor

Me mandou beijar teu beijo mais molhado(refrão 1x)

E se voltar te dou café

Preliminar com um cafuné

Pra deixar teu dia mais gostoso

Pode almoçar o que quiser

E repetir, te dou colher

Faz daquele jeito carinhoso

Deixa pintar o entardecer

E o sol brincar de se esconder

Tarde e chuva eu fico mais fogosa

E vai ficando pro jantar

Tu vai ver só, pode esperar

Que a noite será maravilhosa

Pode almoçar o que quiser

E repetir, te dou colher

Faz daquele jeito carinhoso

E vai ficando pro jantar

Tu vai ver só, pode esperar

Que a noite será maravilhosa

Get this widget | Track details | eSnips Social DNA


sábado....um dia sempre muito bacana por aqui, com direito a ficar quietinha, a ficar imaginando...mirabolando, desejando,agracendendo, e querendo mais .
Ouvindo assim Maria Rita canta bem a minha cara.



sexta-feira, novembro 09, 2007



Quando você pensa que...
Vem o yahoo e te faz contentinha assim...do nada, pode uma coisa dessas?
Num pode !!



quarta-feira, novembro 07, 2007

Da série:
Me engana que eu gosto !!






Quarta feira de folga....vou ali já volto!!



terça-feira, novembro 06, 2007



Sonhador
Bruna Caram
Composição: Otávio Toledo

Tá, já sei, não dá,
Pelo menos vou tentar
Imaginar
E você podia ao menos
Alimentar
As esperanças de voltar

Não
Posso obrigar
A você me amar
Nem quero exagerar
Que de mais a mais eu sou
Um sonhador
Fiel às regras do amor


Get this widget | Track details | eSnips Social DNA


ando assim cheia de saudade...



segunda-feira, novembro 05, 2007



Bodas de Prata da minha irmã.
Renovação dos votos do casamento.

Foi uma recepção belissima, cheia de alegria, de família, de amigos, de bençãos.

Estou bem, obrigado pelos desejos bons.

Agora eu tenho um caminhão: O trovão....Era essa a surpresa, compramos, depois de tanto pensar e como quem está na chuva é pra se molhar que tome logo um banho....E viva a estrada que dela me sustento a algum tempo.

Desconhecido íntimo: Eu sei que você me vê!!
saudade ( ... )