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segunda-feira, dezembro 22, 2008

Da série: As cartas que nunca mandei





Saudades ...
Muitas (aliás perdi a conta de dizer o quanto sinto)
Ando preocupada com as noticias que vejo na tv, nos comentários de amigos, no que leio por aí.

Eu sei que as coisas não vão bem, que a era de incertezas chegou e ouvir isso de você por mais trágico que fosse era o que eu mais queria.
Saber que seu nome está na lista dos mil aviões que saem daí todos os dias lotados, seria o aperto naquele botão que faz o coração disparar.

Saudades ...
Muitas (aliás nem sei se deva sentir) afinal de contas tantos anos se passaram e o normal seria aquele ódio sem fim dentro de mim ou de qualquer ser humano sensato, e eu nunca sou.

Eu sei que as vidas as vezes nem se cruzam que pessoas nem se conheçam nem nunca vão se sorrir e nunca vão estar no portão com cara de oba, mas esperança é aquilo que a mãe da gente ensina em nunca deixar de acreditar.

Sinto-te tão perto me falando das pretenções, dos medos todos, no abraço que te prometi e do que não se pode negar.

Saudades ...
Muitas ( aliás, é por ela que eu tenho minhas certezas) que o nunca, nunca existe e ando cantorolando Moska dias sem fim pra ver se fica mais perto, se esse avião de 24hrs passa pelo meu céu.

Eu sei que minhas cartas nunca chegam, e nunca são lidas, porque os endereços não existem, e se existissem ninguem abriria, apesar da saudade grande (essa que falo aí em cima) ser tão minha quanto sua, a coragem aquela que sempre neguei, e agora não é de ninguem.

Saudades ...
Muitas (a mesma que eu nunca deixarei de sentir)
Porque te amo minha vida toda em silencio, e ela dói cada vez que penso em você, sem saber de mais nada, sem saber de nós.

Saudades ...
Muitas e Muitas